"Quando acertamos,
ninguém se lembra.
Quando erramos,

ninguém se esquece"

IMPRENSA MAL-DITA

Este blog é dedicado à celebração de gafes publicadas na imprensa ou qualquer coisa que gerou polêmica... Publicamos neste espaço qualquer deslize provocado pela distração, falta de tempo ou mera ignorância dos jornalistas, ou ainda o que esteve em pauta e não deveria estar.

QUEM SOMOS



RAFAEL

Tenho 21 anos, estudo jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, estou no sétimo semestre. Hoje posso dizer que sei ser eu mesmo, e, para chegar a isso, aprendi com a vida, levei muitas pedradas no coração. Aprendi a amar, a viver no mundo real, a brincar e não ser tão sério. Mas minha essência eu não perdi. Adoro uma longa conversa. Gosto de sentir confiança, intensidade é tudo, tanto na amizade como no amor. Defino-me como alguém que aprendeu a viver, hoje tenho sim atitude, e sei me valorizar.


CLARISSA

Os vinte e um anos que carrego nas costas parecem pouco para expressar tudo o que já vivi. Atualmente faço, ao mesmo tempo(!), faculdade de Jornalismo na Metodista e Letras Português-Hebraico na USP. Sempre preciso ter a certeza de que VIVO intensamente! Sou mais que um simples nome, tenho alma, sentimentos, coração... Sou sonhadora ao extremo! E também nostálgica, utópica, idealista e determinada. Não sei viver de "meio sonho". Vou em busca dos meus ideais sempre, custe o que custar... "Nunca" é uma palavra que não existe pra mim.


LUCIANA

Definir é difícil...as estações, as direções e as pessoas mudam. Eu só quero aproveitar os bons momentos, encontrar felicidade em coisas ínfimas, encarar a realidade de frente, viver da melhor maneira possível e ser cada vez melhor.‘Só’ isso!!! Amo muito algumas pessoas e amo muito a vida. Gosto de fazer algo diferente, conhecer, aprender e melhorar a cada dia. Gosto de seres humanos, ouvir e compartilhar histórias (me ajudam a entender melhor o mundo e a mim mesma!). Adoro culturas. Existem tantas e tanto a aprender! Adoro ler e adoro livros. Adoro escrever e adoro meios de comunicação. Amo as certezas e, por que não, as incertezas também.


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[Chamadas infâmes]

 

  

  

Contra a tendência das manchetes de jornais considerados sérios e confiáveis, o Tablóide UOL utiliza pontos de exclamação, interrogação, reticências e comentários do editor em suas chamadas.

 

Claro que o tablóide é feito para soar engraçado e entreter os leitores, mas os exemplos servem bem para mostrar como não fazer manchetes jornalísticas. Pelo menos para os veículos que primam pela credibilidade. E pela seriedade também.

  

Mas pode ser também que eu não seja tão moderna para aprovar tal maneira de se escrever manchetes! Um artigo no site da ANJ (Associação Nacional de Jornais) defende que é preciso retomar o uso das manchetes grandes e fortes dos tablóides populares para atrair a atenção dos leitores. Então, e se o formato das chamadas do futuro seja este?

 

Pelo menos quem der uma olhada nesse tipo de tablóide vai rir, ou simplesmente verificar como não escrever manchetes jornalísticas sérias. Sem pontos, sem subjetividade, sem brincadeira do editor. Bem melhor!  



Postado por Luciana Yamashita às 22h52

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 [CACOFONIA]

Você pode não saber o que é, mas com certeza já riu de seus efeitos. Cacofonia, ensina o dicionário Michaelis, é qualquer efeito desagradável ao ouvido provocado em uma seqüência de palavras. "Ela tornou-se uma herdeira do primo", "Aparecida do Norte, a cidade onde abunda a fé demais" são alguns exemplos.

A pérola a seguir, apesar de aqui estar em versão impressa, foi lida em um boletim na Rádio Vaticano no dia 3 de fevereiro de 2005. Imagine a locução da manchete a seguir:

 

 

Nada muito aprazível, principalmente se tratando de uma rádio religiosa. É difícil conter o riso. A gente até esquece de saber sobre o resto da notícia...

Coitados dos jornalistas que trabalham na Fundação Cafu. É preciso muito rebolado para contornar essas situações e, mesmo assim, às vezes é realmente difícil de fugir do problema.  Será que você também daria o pontapé inicial?

 

 

A língua portuguesa tem dessas coisas mesmo. Nesta matéria do Correio Braziliense, o título já parece até meio sensacionalista, mas nunca imaginei que pudesse até existir um pênis cortado com uma faca de cozinha "peladona".... hahahaha

 

 Uma dica para evitar o  problema é, depois de escrito o texto, reler em voz alta. Se possível, é interessante até pedir para um colega fazer o mesmo, porque quem escreve pode não perceber o efeito cacofônico provocado. Agora uma vez cometida a gafe, não há mais muito o que fazer: ria.



Postado por **Clarissa Feder** às 01h46

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